"Hermelindo de Oliveira conseguiu escrever um livro surpreendentemente
interessante. À primeira vista, parece uma missão impossível transformar um assunto
tão batido, como a lentidão e a desorganização do sistema previdenciário público
brasileiro, em boa leitura. Mas Oliveira consegue prender o leitor que superou este
obstáculo e se muniu de boa vontade para conhecer o drama de um aposentado que, como
milhões de outros, meteu-se numa luta desigual com um gigante preguiçoso."
| Marcos Paulino, jornal Correio Popular, Campinas, 10 de dezembro de 1995. |
"O desprezo com que o INSS trata os aposentados e os pensionistas mereceu, pelo
que se tem notícia, a primeira obra literária do País. Trata-se da novela O
Pecúlio (Editora Iluminuras), do engenheiro químico aposentado e jornalista,
Hermelindo de Oliveira.(...)
(...) A ação do livro se passa em Campinas. O aspecto subjetivo da obra é o fosso cada
vez maior entre o cidadão e o poder público, seja em que nível for. Nunca estivemos
tão longe da participação pública. A relação do cidadão com o poder hoje é de uma
descarada exploração, pura e simples."
| Editorial do jornal Diário do Povo, Campinas, 25 de março de 1996. |
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